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  • Luciano Braz

E QUE VENHA 2019!!!





Está na hora de começar o ano novo que se apresenta: com o planejamento estratégico em mãos (se sua empresa ainda não o fez, ainda está em tempo). Vamos avaliar as metas previstas para este 1º mês, monitorar os indicadores para que, no início do mês seguinte, possamos avaliar os resultados, corrigir os rumos se necessário e retornar a esta rotina nos meses subsequentes.


Perdoem-me se a frase acima soa como retórica, mas o fato é que a vejo pouca na prática – em clínicas de pequeno e médio porte são raras as exceções que praticam este ciclo, e nos hospitais e clínicas de maior porte, embora aconteçam as reuniões, carecem de acompanhamento dos indicadores ao longo do processo e da “perseguição” às metas, para que todos estejam preparados para as necessárias cobranças de resultados. Se a prática acima não é rotina na empresa, significará que temos um “barco sem rumo” e o culpado é o “capitão” – esta figura metafórica é representada pelo seu principal executivo, o CEO (Chief Executive Officer), ou pelo seu conselho ou de administração ou de sócios.


Conciliar o interesse dos donos do negócio com o dos administradores é o objetivo dos chamado “conselhos de administração” – sua função é a de monitorar as escolhas feitas pelos ocupantes de cargos executivos (presidentes, diretores e gerentes) e não de tomar decisões no dia a a dia. O conselho é um resultado do amadurecimento do processo de gestão, principalmente nas empresas de grande porte, onde os donos – que com o mercado de ações passaram a ser muitos, deixam a gestão nas mãos de profissionais, os executivos. Assim, os conselheiros monitoram o funcionamento da empresa em nome dos sócios. É o caso da recente troca do ex-presidente da Petrobrás, Pedro Parente, que assumiu o conselho de administração da BRF – maior processadora de alimentos do Brasil, dona de mais de 30 marcas, como a Sadia e a Perdigão. Estima-se que os conselheiros da BRF recebem cerca de R$65 mil mensais, com o presidente chegando a R$100 mil mensais...


Para as empresas de saúde que não possuem o porte da BRF para manter um conselho de administração, uma boa saída é profissionalizar as reuniões mensais do conselho de sócios – a inclusão de um consultor especializado auxilia o conjunto de sócios a compreender os resultados obtidos, a estabelecer as diretrizes e avaliar as propostas de ações apresentados pelo administrador da clínica/hospital (CEO), tornando as reuniões mais objetivas – isto poderá ser alcançado com apenas algumas horas de consultoria por mês.


E que venha 2019!!!

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